solicitude

Nossas relações com o mundo e com os outros

Por Marcos E. F. Marinho

Eu ou eus...

Não há possibilidade de existir sem estar presente fisicamente no mundo, somos seres que se constituem a partir das relações com as coisas do mundo e com as outras pessoas.

Crescemos e nos desenvolvemos a partir das interações estabelecidas desde a nossa gestação e nascimento, e só é possível compreender quem somos a luz destas relações que marcam e marcaram a nossa história e suas influências na constituição de nossa intimidade.

Interessante nos atentarmos que estas relações pessoais e sociais e conosco mesmo, se deram sob a perspectiva do cuidado, um ocupar-se comigo mesmo e com os outros  que em Heidegger aparece como solicitude.

Esta forma de ocupar-se do outro, se revelam nos cuidados dos adultos em relação as crianças, de educadores com seus educandos, entre familiares, dos amantes, da polis, da saúde e de tantas outras possibilidades de se estar e se relacionar com os outros e com o mundo.

Portanto, tratarmos, dentro das limitadas possibilidades de espaço de um blog, que a perspectiva do cuidar e da solicitude seriam as formas de ser dos homens e mulheres na sua relação consigo mesmo, com o mundo e com os outros, e a análise de como isso aparece para cada indivíduo define formas mais ou menos autênticas de existir e de se constituir como pessoa, e como ser.