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FAMÍLIA, UMA INSTITUIÇÃO EM TRANSFORMAÇÃO

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Até bem pouco tempo a família se organizava e era pensada como mantenedora e estruturante de uma ordem conservadora,  hoje, vemos que esta mesma estrutura passa por profundas transformações, influenciadas por incontáveis mudanças no âmbito da economia e da cultura, tornou-se múltipla, diversa, rompendo-se com o modelo único de família nuclear burguesa e se expressa em inúmeros arranjos e formatos.

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Aplicativos gratuitos ajudam a monitorar o ciclo reprodutivo

Ferramentas facilitam a organização de informações sobre o período menstrual e sintomas

Para ajudar a organizar informações, estão disponíveis aplicativos que funcionam como diário e calendário do ciclo menstrual e reprodutivo. Com eles, é possível registrar quando começou o período menstrual, cólicas e outros sintomas e como a pessoa está se sentindo em cada fase do ciclo. As informações podem ser úteis na hora de uma consulta médica e na manutenção da saúde.

O “Meu diário mensal”, por exemplo, disponível apenas para sistema iOS, compara mês a mês as dores e sangramentos, além de possibilitar a exportação dos para e-mail pessoal – facilitando, assim, o compartilhamento de informações com o(a) médico(a).

Nele é possível anotar a intensidade e a localização das dores; a intensidade do sangramento; e observações sobre como está se sentindo a cada dia. O app cria automaticamente gráficos mensais dos sintomas e exibe um calendário com resumo das informações.

O “Calendário Menstrual” também ajuda a monitorar o ciclo. Fácil de usar, o aplicativo permite inserir informações como datas de menstruação, sinais e sintomas, intensidade, medicações tomadas, entre outras. Além disso, o app mostra a previsão dos dias férteis, da ovulação e da próxima menstruação.Está disponível para iOS e Android, em português, inglês, francês, espanhol e italiano.

Terapia de Casal funciona?

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A terapia de casal não é apenas uma tábua de salvação para relacionamentos próximos do fim. O nascimento do primeiro filho, a saída dos filhos de casa e a mudança de papéis que isso implica é outra situação que leva os casais a procurar ajuda. 

A maior parte das pessoas que buscam essa modalidade de tratamento são mulheres, são as que mais tomam a iniciativa, e a principal queixa é a falta de vontade de ter relações sexuais, mas existem outros casos como nas “emergências”, causadas ´por traições ou situações de luto e depressão.

Não é raro pessoas procurarem por terapia de casal para se separar.  Nesses casos, a terapia pode ser bastante útil para trabalhar mágoas, ressentimentos, culpas e a sensação de fracasso. Sem falar na relação com os filhos, geralmente a falta de habilidade do casal faz as crianças sofrerem muito no processo de separação.

E FUNCIONA?

A terapia de casal funciona, sim. Ao menos é o que mostra a maior pesquisa clínica já feita sobre o tema. 

Psicólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, atenderam 134 casais em crise profunda durante um ano. Depois de 26 sessões, dois terços dos relacionamentos ficaram sensivelmente melhores.

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Cinco anos após o fim do tratamento, metade dos casais estava melhor do que antes, 25% se separaram e 25% seguiram sem mudanças. Nas grandes crises, o primeiro objetivo do psicólogo é ajudar o casal a decidir que direção seguir. Se não houver saída e  a separação for a única ou melhor solução, o terapeuta, como um parteiro, ajuda na realização daquilo que está no íntimo dos pacientes, respeitando seus valores culturais, além de uma ajuda a reduzir os danos.

O psicólogo também funciona como um tradutor, facilitando a comunicação, e consequentemente a compreensão sobre os sentimentos e expectativas do parceiro.

Em média, o atendimento dura de três meses a um ano.

Paternidade

O autor é Po Chou Chi, um jovem diretor, natural de Taiwan, radicado em Los Angeles, ele produziu a curta Lighthouse (“Farol”) cheio de subtilezas e simbolismos, o filme trata delicadamente da relação entre pai e filho, do crescimento, de amor e respeito. Mostra que o fim também é o começo. Assista, é um filme emocionante!

Nosso jeitão (ou jeitinho) de se relacionar com os outros.

A origem da capacidade humana de se relacionar, remonta aos primórdios da vida. Nossos pais ou figuras parentais, são os sustentáculos de onde se estrutura a nossa própria identidade e se constitui a nossa a autoestima. Aspectos que serão fundamentais para a forma com que nos relacionamos com o mundo e com os outros.

É sabido que ao nascermos recebemos uma herança, que vai sendo entregue durante nossa criação por nossos pais e familiares, Alfredo Moffatt escreve: “os pais entregam um primeiro molde”, do qual os indivíduos, ainda crianças partem em direção ao mundo e aos outros seres humanos.

O primeiro molde, ou o script como chamado por Eric Berne, são projetados pelos pais sobre a criança antes mesmo de concebê-las. E nessa história pessoal, a herança de  que falamos inicialmente se apresenta como um “pacote geracional” advindo da história familiar, de suas crenças, valores e modos de viver e se relacionar, que passa dos avós para os pais e destes para os filhos, por isso é necessário rever essa herança e decidir que parte desse “pacote geracional” levamos conosco e que parte deixaremos de carregar em nossas costas.

Marcos Marinho

Família decide viver por um ano como se estivesse em 1986

O canadense Blair McMillan está usando cassetes, VHSs e até mullets para avaliar se ele, a mulher e os dois filhos conseguem viver com menos tecnologia

familia_1986_-_reproducao-450x337Crianças que nem falam ou andam direito já sabem “brincar” com aparelhos de tecnologia avançada como tablets e smartphones. Temendo que seus filhos Trey, de 5 anos, e Denton, de 2, desperdiçassem a infância com os olhos e dedos voltados apenas para as pequenas telas, o canadense Blair McMillan, de 26 anos, resolveu tomar uma atitude drástica. Ele fez sua família viver por um ano como se estivesse em 1986.

A escolha da data foi por um motivo simples: 1986 é o ano em que Blair nasceu. A intenção do “experimento”, ele explica, é fazer a família a se acostumar a uma vida com menos tecnologia. Mullets, VHSs, máquinas analógicas, toca-fitas  e até um Nintendo de 1985 passaram a estar presentes na vida dos McMillan.

O plano é seguir com esse estilo de vida até abril de 2014, quando a família fará um balanço sobre tudo que aconteceu, as coisas pelas quais eles passaram, o que aprenderam, o que pode ser levado como lição e como aplicar o aprendizado na educação dos filhos.

Fonte: Site Catraca Livre