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Terapia de Casal funciona?

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A terapia de casal não é apenas uma tábua de salvação para relacionamentos próximos do fim. O nascimento do primeiro filho, a saída dos filhos de casa e a mudança de papéis que isso implica é outra situação que leva os casais a procurar ajuda. 

A maior parte das pessoas que buscam essa modalidade de tratamento são mulheres, são as que mais tomam a iniciativa, e a principal queixa é a falta de vontade de ter relações sexuais, mas existem outros casos como nas “emergências”, causadas ´por traições ou situações de luto e depressão.

Não é raro pessoas procurarem por terapia de casal para se separar.  Nesses casos, a terapia pode ser bastante útil para trabalhar mágoas, ressentimentos, culpas e a sensação de fracasso. Sem falar na relação com os filhos, geralmente a falta de habilidade do casal faz as crianças sofrerem muito no processo de separação.

E FUNCIONA?

A terapia de casal funciona, sim. Ao menos é o que mostra a maior pesquisa clínica já feita sobre o tema. 

Psicólogos da Universidade da Califórnia, nos EUA, atenderam 134 casais em crise profunda durante um ano. Depois de 26 sessões, dois terços dos relacionamentos ficaram sensivelmente melhores.

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Cinco anos após o fim do tratamento, metade dos casais estava melhor do que antes, 25% se separaram e 25% seguiram sem mudanças. Nas grandes crises, o primeiro objetivo do psicólogo é ajudar o casal a decidir que direção seguir. Se não houver saída e  a separação for a única ou melhor solução, o terapeuta, como um parteiro, ajuda na realização daquilo que está no íntimo dos pacientes, respeitando seus valores culturais, além de uma ajuda a reduzir os danos.

O psicólogo também funciona como um tradutor, facilitando a comunicação, e consequentemente a compreensão sobre os sentimentos e expectativas do parceiro.

Em média, o atendimento dura de três meses a um ano.

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Família decide viver por um ano como se estivesse em 1986

O canadense Blair McMillan está usando cassetes, VHSs e até mullets para avaliar se ele, a mulher e os dois filhos conseguem viver com menos tecnologia

familia_1986_-_reproducao-450x337Crianças que nem falam ou andam direito já sabem “brincar” com aparelhos de tecnologia avançada como tablets e smartphones. Temendo que seus filhos Trey, de 5 anos, e Denton, de 2, desperdiçassem a infância com os olhos e dedos voltados apenas para as pequenas telas, o canadense Blair McMillan, de 26 anos, resolveu tomar uma atitude drástica. Ele fez sua família viver por um ano como se estivesse em 1986.

A escolha da data foi por um motivo simples: 1986 é o ano em que Blair nasceu. A intenção do “experimento”, ele explica, é fazer a família a se acostumar a uma vida com menos tecnologia. Mullets, VHSs, máquinas analógicas, toca-fitas  e até um Nintendo de 1985 passaram a estar presentes na vida dos McMillan.

O plano é seguir com esse estilo de vida até abril de 2014, quando a família fará um balanço sobre tudo que aconteceu, as coisas pelas quais eles passaram, o que aprenderam, o que pode ser levado como lição e como aplicar o aprendizado na educação dos filhos.

Fonte: Site Catraca Livre