Esconder-se no porão

Esconder-se no porão, de vez em quando, é necessidade vital. Precisamos de silêncio e solidão, e, não, apenas os poetas. Senão, corremos o perigo de nos esvairmos em som, fúria e esterilidade. O campo para que a palavra se instale para o autor e para o leitor é o campo do silêncio e da audição.”

– Adélia Prado.

http://www.elfikurten.com.br/2011/02/adelia-prado-o-poder-humanizador-da.htmljovem vulnerável

O amor em Grande Sertão: Veredas

“Sempre qflorbelaue se começa a ter amor a alguém, no ramerrão, o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja, e vai, na idéia, querendo e ajudando, mas quando é destino dado, maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer, e é um só facear com as surpresas. Amor desse, cresce primeiro; brota é depois.”

– João Guimarães Rosa, em Grande Sertão: veredas.