marcos marinho

A Construção da Inteligência

familiaMesmo com as descobertas recentes nos estudos dos genes humanos e do mapeamento do nosso cérebro, a forma como vemos, sentimos e agimos no mundo é fruto de um longo processo de interações desde nosso nascimento. A experiência e o conhecimento resultante não estão presentes em nossos genes ao nascermos, somente no mundo da vida e das interações é que essas construções da inteligência serão possíveis.

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O filho encontrado

Capacidade de reparação e resiliência oferecem sustentação à trama do filme Philomena, sobre a jornada de uma mãe, já idosa, em busca da criança que lhe foi tirada

Por Gláucia Leal

_D3S1363.NEFÉ quase  inevitável: em maior ou menor grau, adoecemos de nosso próprio passado. Restos de mágoas e ressentimentos alojam-se em nosso psiquismo como se fossem parasitas; raivas nem sempre reconhecidas transformam-se em espécies de tumores que lenta e insidiosamente minam a alegria e a possibilidade criativa. Culpas e arrependimentos desdobram-se em sintomas inusitados.

Às vezes, para fugir do que pode doer caso surja diante dos olhos, nos impomos a penumbra e nos refugiamos nos pequenos (e grandes) rituais de repetição até que o sintoma não dê mais conta do conflito que expressa.  Ao final, não importa o que façamos, sempre dói. Quando nos damos conta de que não adianta enganar o sofrimento, torna-se mais plausível rever a própria história na tentativa de fazer as pazes com aquilo que se foi – mas ainda permanece.

O filme Philomena, dirigido pelo inglês Stephen Frears, aborda essa preciosa capacidade de rever as próprias perdas sem se prender a elas de forma inexorável. Para fazer essa transição é fundamental acessar, em algum nível, um recurso subjetivo que vem atraindo a atenção de psicólogos e psicanalistas: a resiliência. O termo, “emprestado” às ciências humanas pela física, refere-se à habilidade de refazer-se de golpes emocionais sem negar a frustração ou o luto e, ainda assim, seguir em frente.

Atendendo em Sorocaba

A partir do dia 01 de Novembro,

passamos a atender também em Sorocaba/SP.

Para agendar uma consulta ligar:

(15) 996671483 ou (15) 3234 6671 – Horário Comercial

Localizado na Av. Mário Campolim 335, Sala 2.

Parque Campolim, Sorocaba – SP

A solicitação de consulta pode ser feita por Email:  psicomarcosmarinho@gmail.com

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Quando os pensamentos negativos se tornam depressão?

Pesquisa indica que suprimir pensamentos negativos pode ajudar milhões de pessoas a não desenvolverem depressão. Segundo o estudo, é essencial a identificação desse processo de pensamento antes que ele se consolide.

Jaclene Zauszniewski, da Case Western Reserve University, desenvolveu um questionário de oito itens, denominado “Depression Cognition Scale (DCS)”; Tal questionário demanda aos indivíduos que respondam questões sobre incapacidade, desespero, falta de esperança, falta de propósito, desvalorização, impotência, solidão, vacuidade e falta de significado, usando uma escala que varia de “concordo plenamente” até “discordo plenamente.

O objetivo do estudo era determinar o exato momento onde o pensamento negativo passa a estabelecer um padrão com a crise de depressão clínica, mesmo sem nenhuma expressão emocional ou sintoma físico associado à mesma.

Os autores buscaram primeiramente um score no questionário que apontasse o momento onde os sujeitos deveriam suprimir o pensamento negativo como prevenção a depressão; Os mesmos então concluíram que um score de sete no DCS, associado a fatores individuais e ambientais, demonstraria tal momento, sendo que os indivíduos deveriam iniciar estratégias para a troca de pensamentos negativos por positivos.

Participaram no estudo 629 adultos, que responderam previamente questões através da Internet; A faixa etária dos participantes variava de 21 a 84 anos, sendo que setenta por cento dos mesmos era do sexo feminino, sendo sua maioria com formação superior e com renda anual acima de quarenta mil dólares.

Fonte: Psych Central

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