Um sofrimento íntimo e indizivel

capimO suicídio de qualquer pessoa pode ser cravado na pele e penetrar nas entranhas de cada existência e, como cita Jamison (2010),

“O sofrimento do suicida é íntimo e indizível, deixando que familiares, amigos e colegas lidem com uma espécie de perda quase insondável, assim como o sentimento de culpa” (p. 27).

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Sobre Marcos E. F. Marinho

Psicólogo e Mestre em Psicologia pela PUC SP, com pesquisa sobre família, práticas educativas parentais e organizações socioeducativas. É professor da Faculdade de Psicologia, da Universidade Paulista, UNIP. Presta atendimento e orientação psicológica em consultório. Desenvolve projetos sociais e educativos para organizações públicas e privadas, além de ensino e pesquisa para instituições acadêmicas.
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